Prólogo
A vida se fez criança, quando noutrora, conhecera teu sorriso... tinha gosto de desejo e cheiro de sedução, e nada mais fazia sentido se não fosse guiado pela sombra do teu riso ou pela paz incessante do teu olhar.
Olhos teus que fascinam, encantam e dão alento a tamanha dor, que em princípio da alma fizera dilacerar todo entorno de um sonhador e navegador coração.
Das flores mais belas, o maior dos perfumes, das texturas de pérolas, cobertas por puro ouro, a mais suave, dos melhores sonhos o mais interessante, das melhores palavras a mais doce, dos melhores sabores o mais adocicado, por vezes amargo trazendo sempre um gostinho de veneno misturado a imagem angelical de tão sublime face.
Se morrera em vida, isto se fizera por tanto amar-te e querer-te estar por perto...
Ao fôlego de minh’alma
